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POLÍTICA
“A CHAPA 3 ME FEZ VOLTAR E VOTAR NESSA ELEIÇÃO”, DIZ EX-PRESIDENTE DO COREN-PB
O ex-presidente Gerson da Silva jurou a si mesmo, a Deus e a todo mundo nunca mais passar sequer em frente ao Órgão, pelo desapontamento com as gestões que o sucederam.
Revista Bastidores PB BAYEUX - PB
Postada em 18/09/2017 ás 06h24
“A CHAPA 3 ME FEZ VOLTAR E VOTAR NESSA ELEIÇÃO”, DIZ EX-PRESIDENTE DO COREN-PB

Revista BastidoresPB

Após ter feito história no período de 2009 a 2011 em que administrou o Coren-PB, quando saneou as finanças e deixou mais de R$ 2.5 milhões em caixa, o ex-presidente Gerson da Silva jurou a si mesmo, a Deus e a todo mundo nunca mais passar sequer em frente ao Órgão, pelo desapontamento com as gestões que o sucederam.


A promessa decorrente da desmotivação foi mantida até pouco tempo atrás, quando tomou conhecimento das propostas apresentadas pela Chapa 3, representada pela enfermeira e professora Selda Gomes. “O perfil de reaproximar o Coren-PB da categoria, empreender, fomentar pesquisas e a qualificação da categoria foram algumas das propostas que me fizeram não apenas decidir votar nela, mas pedir votos de outros colegas”, afirmou.


Honestidade e firmeza de propósitos


Ele também destacou a disposição de Selda em procurar instituições para fortalecer a luta em torno de interesses dos profissionais da enfermagem, sem a abominável seleção do tipo “quem eu gosto procuro e quem não gosto escanteio”. Para Gerson, a Chapa 3 transmite honestidade, domínio daquilo a que se propõe a fazer e muita preocupação com o profissional, não está apenas preocupada com quem paga ou não a anuidade.


O ex-presidente reconheceu existir nas outras Chapas membros pelos quais nutre profundo respeito e admiração, mas também há outros que não são merecedores do mínimo desses sentimentos. Recentemente, outro ex-presidente do Coren-PB, também manifestou apoio à Chapa 3: o professor doutor Carlos Bezerra, que acumula quase cinco décadas de experiências acadêmica e profissional.


Outras marcas de gestão


Gerson Ribeiro, que leciona na UFPB as cátedras de Legislação e Ética Profissional e História da Enfermagem, deu provas de sua competência como gestor do Coren-PB, mesmo em meio a dificuldades, também através da interiorização de ações, notabilizando-se pela política de fiscalização adotada, “não policialesca”, como costuma lembrar, por não ser esse o papel do Conselho.


Outra grande luta travada por ele com apoio dos deputados federais Damião Feliciano e Mauro Nasif se deu em torno da aprovação da jornada de 30 horas para a enfermagem, cuja implementação ainda depende de um Congresso Nacional “comprometido com os patrões e não os trabalhadores”. Por fim, ele elogiou a decisão do prefeito da Capital e outros ex-gestores em reduzir a referida carga horária, dando assim um pouco mais de qualidade de vida aos profissionais da enfermagem.


                                       

FONTE: Revista BastidoresPB
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