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Erro ao processar!
Dr. Alberdan Coelho
Dr. Alberdan Coelho

Graduado em direito, Advogado, Pós graduado em ciências criminais, Ex-membro da comissão de prerrogativas da OAB/PB.

POLÍCIA
ADVOGADO DE SUSPEITO PRESO PELO ENVOLVIMENTO EM MORTE NO PARQUE DO POVO, NA PB; SUSTENTA NEGATIVA DE AUTORIA DO SEU CLIENTE
Segundo o advogado criminalista Alberdan Coelho, A gravação do circuito de monitoramento não mostra o meu constituinte utilizando qualquer instrumento perfurocortante.
Revista Bastidores PB BAYEUX - PB
Postada em 24/08/2017 ás 07h57
ADVOGADO DE SUSPEITO PRESO PELO ENVOLVIMENTO EM MORTE NO PARQUE DO POVO, NA PB; SUSTENTA NEGATIVA DE AUTORIA DO SEU CLIENTE

Revista BastidoresPB

Dois homens de 19 e 21 anos de idade foram presos na tarde desta quarta-feira (21) por suspeita de envolvimento na morte do vendedor Davson Oliveira Barbosa, de 30 anos, ocorrida dentro do Parque do Povo, em Campina Grande, na madrugada da segunda-feira (19). Os homens foram presos no bairro Vila Cabral, na mesma cidade, depois de serem reconhecidos por uma das testemunhas, por meio das imagens das câmeras de segurança instaladas no Parque do Povo.


De acordo com o delegado de Roubos e Furtos da Polícia Civil, Cristiano Santana, as prisões só foram possíveis por causa do depoimento de uma das vítimas, que estava com Davson Oliveira, no momento em que ele foi ferido. “Ela (a vítima) reconhece tanto o primeiro, quanto esses dois suspeitos que foram presos”, disse o delegado.


Através dos depoimentos e imagens, a Polícia Civil acredita no envolvimento de quatro pessoas no crime e continua em busca de outros suspeitos. “No inquérito ainda falta uma pessoa ser presa e as equipes continuam em campo para prender essa pessoa. A investigação ainda permanece. Houve a prisão, mas para que ocorra a denúncia do Ministério Público e condenação é preciso mais elementos de prova, pois o que temos é um reconhecimento da vítima”, explicou o delegado.


Ainda de acordo com Cristiano Santana, os três homens que já foram presos confessam que estavam no Parque do Povo, no dia do crime, se reconhecem nas imagens das câmeras de segurança, mas negam terem envolvimento na morte da vítima. “As imagens só captam o momento em que o grupo está reunido próximo ao banheiro. Mas o momento exato do crime não foi possível captar nenhuma imagem”, disse ele.


Família pede justiça


Familiares e amigos do vendedor Davson Oliveira Barbosa, 30 anos, que foi morto durante uma tentativa de assalto no Parque do Povo, realizaram um manifesto na Central de Polícia Civil de Campina Grande, pedindo justiça pelo caso, na manhã desta quarta-feira (21).


Com cartazes e roupas brancas os amigos e familiares fizeram o ato, enquanto um dos suspeitos que foi preso estava sendo ouvido na Delegacia de Roubos e Furtos da Polícia Civil (DRF).


“Sabemos que toda ação feita a partir de agora vai trazer meu filho de volta, mas a gente tem aquele sentimento de que a justiça seja feita. E que isso sirva de exemplo e modelo para que não volte a acontecer essas mortes tão prematuramente”, disse a mãe de Davson, Marisa de Fátima.


“Eu fui deixar meu irmão no Parque do Povo e voltei pra casa. Nunca imaginei (que aquele seria o último contato com ele). Se eu soubesse, não teria deixado nem ele sair do carro. Eu espero, com fé em Deus, que os culpados vão pagar por esse crime”, disse Danisson Oliveira, que é irmão de Davson.


DEFESA


A defesa patrocinada pelo Advogado Dr. Alberdan Coelho, sustenta negativa de autoria, eis que o acusado não teria praticado o fato. A gravação do circuito de monitoramento não mostra o meu constituinte utilizando qualquer instrumento perfurocortante, nem tão pouco efetuando golpe de qualquer objeto que fosse capaz de lesionar a vítima deste fato lamentável. A defesa lamentou o fato criminoso que culminou com o perecimento da vida do jovem, mas diante das provas até então coletadas, são por demais frágeis, para uma cognição de certeza de que foi ele autor do fato. Não podemos compactuar com injustiças. A defesa está diligente e vai combater o modo opressor do estado.


Nesta quarta-feira 23, foi marcada a audiência de instrução e julgamento, oportunidade em que a defesa pediu a palavra e sustentou que havia uma nulidade no curso do processo, vez que as gravações não foram juntadas aos autos para que a defesa tivesse acesso, é isso implicaria em cerceamento de defesa. Toda colheita de provas deste processo criminal giram em torno das gravações, e a falta desta, geraria prejuízo enorme a defesa.


 


 

FONTE: Portal Revista BastidoresPb com G1PB
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